sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

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E eu, com minha boca cheia de dentes, tenho um sorriso escancarado dizendo a vós que finalmente acabou meu semestre!
Com muitas horas de sono atrazadas, não resistí em fazer um bocado de coisas que queria fazer, afinal quando finalmente sair um sol nessa porra de cidade, será preciso largar o que se estiver fazendo e ir a praia.
A verdade é que a dedicação exclusiva a faculdade paradoxalmente nos faz perder muitas oportunidades de aprender muita coisa...
Quero mais tocar uma guitarra, ler uns livros e fazer uns desenhos.

Pergunto a vos até quando ficarão por aí?
Só vou dar um descanso pra minha cabeça pensante, um cansaço na outra, numa cidade vizinha aqui, e semana que vem to por aí pra presentear-lhes com um nabo na sinuca.


Saudade docê por aqui meu caro Saimon!
Não te encontro mais...


Abraços suas vadias!

domingo, 30 de novembro de 2008

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Em que futuro sonhas?

Ou absolutamente tudo que vê é macabro e sempre parece vir dum pesadelo?

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Isto é um trabalho universitário.

Universidade Federal de Santa Catarina
Departamento de Arquitetura e Urbanismo
ARQ 5624 - Arquitetura Brasileira I
Professora: Alice Viana
Aluno: Thiago de Mello Brito
Matrícula: 06231044




O olhar para o futuro sempre intrigou a humanidade, e não atoa foi, e ainda é, tema recorrente de todas as artes em inúmeros momentos históricos. No início do último século, o futurismo, enunciando essa distante obsessão, talvez já anunciasse quão selvagem e comercial seria a realidade atual. Mais recentemente, nas últimas décadas, a cinematografia também aponta possíveis desfechos para os processos de desenvolvimento tecnológico, ideológico e econômico, bem como consumo de recursos naturais praticados. Uma vez exibido tal panorama convém analisar aonde nos levam tais vislumbres.

No filme De volta para o futuro II (1985) os personagens viajam para 2015, e se deparam com uma sociedade gozando de todo potencial tecnológico disponível em seu cotidiano. Mais próximos desta data, em 2008 é fácil questionar se todos terão acesso a esses adventos. Já em Sahara e Guerra nas Estrelas, uma espécie de tecnocracia substituiria a elite corporativa no topo da pirâmide social e nenhum problema seria, de fato, superado. Matrix, Mad Max, Inteligência Artificial e muitos outros, desenvolvem seus enredos em futuros pós-apocalipticos, prevendo iminente catástrofe global.

Observando o sonho contemporâneo do futuro, que à medida que busca se definir transforma-se exatamente no que supõe, só ficam claras as indefinições de uma identidade e de um ideal. O que, é claro, tem reflexo na arte produzida, em suas diversas funções, e na sua interface com o expectador, em seus diversos papéis.

Vejamos estes tempos caóticos. Num mundo em globalização, a informação é, cada vez mais, disseminada e tem acessibilidade e produção amplamente democratizadas. Até aí parece fácil dizer que a humanidade, sem dúvidas, estaria próxima de um período de plena ascensão cultural, e, por conseguinte, a resolução dos problemas sociais e econômicos seria o encaminhamento natural da coisa. Mas esta não se demonstra a possibilidade mais próxima. Aliás, o contrário é uma imagem bem mais verossímea da chamada realidade, em que, pode-se dizer que significativa população ainda vive num regime muito próximo do feudal, cada vez mais distantes dessa emancipação intelectual.

Sob domínio de elites, a informação deixa de ser apenas libertadora e passa a cercar o indivíduo, condicionando-o à inércia, bombardeando-o de processos que o fazem aceitar o suposto pensamento coletivo, de desejo e consciência de sua solidão e necessidade de constantemente adquirir sua identidade, e ele, embora ciente da proximidade de todos os limites que o consumo impõe, continua sustentando o dogma monetário, que incessantemente se reproduz.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Não se arrependerão.

Em primeiro lugar, escusem-me as esparsas aparições por aqui. Não dizendo que tenham sentido minha ausência...
Esse fim de semestre sempre nos talha o fígado.

Mais hein!?
Estava eu, exercitando o nobre hábito da leitura, com um livro bem bacana... E me ocorreu indicá-lo a vós.
Para questionadores de profissão, Harry Henry, é, além de um esteriótipo a ser almejado, uma personagem de opinião absolutamente pertinente e extremamente contundente.
Fica a sugestão.

O retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde.

E o cara é bão mes.


Abraços!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Divagações sobre o presente, pensando no futuro, que já é um passado...

As lembranças que tenho nesse presente me remetem, de uma forma singular, o passado, estando assim no futuro deste mesmo passado relembrado a pouco, que é designado como presente exato, simplesmente passou...








PQ?